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1. Colelitiase (pedras na vesícula)


O que é a vesícula biliar?
A vesícula biliar é um órgão semelhante a um “saquinho” em forma de pêra localizado na superfície inferior do fígado, medindo cerca de 7 a 10 cm de comprimento. Sua função é armazenar bile e esvaziar para o intestino, geralmente após uma refeição. Devido a um distúrbio dos compostos químicos presentes na bile, são formados cálculos no seu interior, conhecidas como “pedras na vesícula” ou Colelitíase. Pesquisas mostram que elas são causadas por uma combinação de fatores, incluindo química corporal herdada, peso corporal, mobilidade da vesícula biliar e talvez dieta.

Quais os sintomas?
Grande parte dos portadores de cálculos na vesícula são assintomáticos. Os pacientes sintomáticos podem apresentar dor na parte superior e central do abdômen, ou no quadrante superior direito. Na cólica biliar a dor costuma iniciar-se subitamente e termina gradativamente. A dor geralmente é intensa, contínua, com períodos de exacerbação, às vezes irradiando-se para as costas. É freqüente a presença de náuseas e vômitos. Muitas vezes é confundida com dor de estômago, de rins ou até mesmo de coluna vertebral.

Como as pedras podem prejudicar as pessoas?
O cálculo pode ficar “silencioso” dentro da vesícula sem provocar sintomas. Outras vezes, a pessoa pode ter sintomas leves como enjôo, dificuldade de digestão e desconforto após alimentações gordurosas. Porém quando os cálculos obstruem os canais biliares, pode ocorrer infecção e até septicemia (infecção generalizada). Se alguma pedra descer para o canal principal, elas podem obstruir o canal do pâncreas causando a pancreatite aguda (inflamação aguda do pâncreas).

O que é colecistectomia laparoscópica?
É o nome do procedimento cirúrgico para remover a vesícula biliar com as pedras através de pequenas incisões no abdome. Uma micro câmara é usada para mostrar a vesícula biliar e sua retirada através de uma pequena incisão abdominal de cerca de 1 cm. As vantagens são: pouca dor no pós-operatório, alta precoce, ótimo resultado estético e retorno quase imediato às atividades cotidianas.
Quais são os riscos da operação?
Colecistectomia laparoscópica é um procedimento muito seguro e comum. Estima-se que se fazem cerca de 750.000 dessas operações por ano nos Estados Unidos. No entanto, como em qualquer outro procedimento cirúrgico, as complicações podem ocorrer, como o sangramento e a infecção. Menos comumente podem ocorrer lesões de órgãos vizinhos ou dos canais biliares. Na presença de algumas condições, a operação pode requerer a conversão de uma laparoscopia para uma colecistectomia aberta. Você deve discutir estes riscos com mais detalhes com seu médico e anestesista.

Qual o preparo para a operação?
Uma avaliação completa será feita pelo seu médico. Alguns exames podem ser necessários antes de operar, como análises de sangue, eletrocardiograma (ECG) ou radiografia de tórax para verificar o seu coração e pulmões. O ultra-som abdominal é recomendado para verificar a presença de cálculos nas vias biliares. Se você usa medicações diariamente, comunique a seu médico. Antes da operação, nenhum alimento pode ser ingerido nas últimas oito horas. Procure alguém para conduzi-lo ao hospital no dia da cirurgia e levá-lo para casa quando receber alta hospitalar.

O que posso esperar no dia da cirurgia?
Chegue ao hospital no dia e hora marcados. Na internação, cadastre um termo de consentimento autorizando a equipe médica realizar a cirurgia. Você vai ser conduzido ao bloco cirúrgico, onde toda a equipe vai estar presente para recebê-lo.

A operação dura em média 40 minutos. Após o término da operação, você vai ser conduzido para a sala de recuperação onde vai ter sua pressão arterial, pulso e respiração cuidadosamente monitorizados até que você esteja completamente desperto e com condições de ir ao seu apartamento. Dependendo de sua recuperação, poderá deixar o hospital no mesmo dia, ou na manhã seguinte.

O que eu posso esperar após a cirurgia?
Você será medicado com analgésicos, ingeridos por via oral em sua casa. Dê preferência a alimentos de mais fácil digestão, evitando comidas gordurosas na primeira semana. Você será orientado por seu médico no dia da alta com relação às atividades normais, como tomar banho, subir escadas, trabalhar, carregar peso, dirigir e ter relações sexuais. O ideal é voltar ao trabalho após duas semanas.

2. Hérnias da parede abdominal


O QUE É UMA HÉRNIA?
A hérnia ocorre quando as camadas internas da parede abdominal enfraquecem, resultando em uma protuberância ou abaulamento no abdome. Da mesma forma que uma câmara de ar empurra um pneu danificado, vísceras abdominais empurram a área enfraquecida da parede abdominal para formar o saco herniário. Em alguns pacientes, a hérnia pode causar desconforto, dor ou outros problemas potencialmente graves que requerem cirurgia de emergência.

As hérnias podem ocorrer em vários locais da parede abdominal, sendo os mais frequentes a região da virilha (hérnia inguinal) e do umbigo (hérnia umbilical). Podem também ocorrer após cirurgias abdominais (hérnia incisional).

O único tratamento eficaz para as hérnias é a cirurgia. Técnicas minimamente invasivas reduzem o tempo de recuperação pós-operatório. Para a correção cirúrgica das hérnias, em um grande número de pacientes são necessárias a colocação de telas que fortalecem as áreas enfraquecidas da parede abdominal.

3. Cirurgia para Refluxo (hérnia de hiato)


O que é doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)?
A doença do refluxo gastroesofágico ocorre quando os ácidos do estômago refluem para o esôfago. O sintoma mais comum é a azia, mas outros sintomas incluem vômitos e regurgitação. Se os ácidos atingirem as cordas vocais ou as vias aéreas, os pacientes podem apresentar rouquidão ou sintomas similares a asma brônquica.

Qual é o tratamento da doença do refluxo gastroesofágico?
A DRGE é geralmente tratada em três etapas progressivas:

1. MUDANÇAS DE ESTILO DE VIDA
Em muitos casos, mudar a dieta e tomar antiácidos como hidróxido de alumínio ou hidróxido de magnésio podem reduzir a frequência e a intensidade dos sintomas. Perder peso, reduzir ou eliminar o tabagismo e o consumo de álcool e alterar os padrões de alimentação e sono também podem ajudar.

2. MEDICAMENTOS
Se os sintomas persistirem após essas mudanças no estilo de vida, pode ser necessária terapia medicamentosa. Os medicamentos tipo omeprazol ou similares reduzem a quantidade de ácido gástrico que é produzida. Um grande número de pacientes fazem uso deste grupo de medicamentos (tabela 1).

3. CIRURGIA
Pacientes que não respondem bem a mudanças no estilo de vida ou medicamentos, ou aqueles que não desejam necessitar continuamente de medicamentos para controlar seus sintomas, podem considerar a possibilidade de se submeter a um procedimento cirúrgico. A cirurgia é muito eficaz no tratamento da DRGE. A operação mais comumente realizada para DRGE é chamada de fundoplicatura (geralmente uma fundoplicatura de Nissen, em homenagem ao cirurgião que descreveu este procedimento pela primeira vez no final dos anos 1950). A fundoplicatura envolve reparar sua hérnia hiatal, se houver, e envolver a parte superior do estômago ao redor do final do esôfago para reforçar o esfíncter esofágico inferior, e isso recriar a "válvula unidirecional" que se destina a prevenir o refluxo ácido. Isso pode ser feito por meio de uma única incisão longa na parte superior do abdômen ou, mais comumente, por técnicas minimamente invasivas com várias pequenas incisões, chamadas de cirurgia laparoscópica.

4. Tratamento da Obesidade


O que é obesidade?
É uma alteração da composição corporal, com determinantes genéticos e ambientais, definida por um excesso relativo ou absoluto das reservas corporais de gordura, que ocorre quando a oferta de calorias é maior que o gasto de energia corporal, e que resulta com freqüência em prejuízos significantes para a saúde.

O índice de Massa Corpórea (IMC): índice utilizado para se relacionar peso e altura. Calculado pela fórmula: I.M.C. = peso (kg) / altura² (m). Baseado neste índice é possível classificar o grau de obesidade dos pacientes.

Por exemplo, uma pessoa de 1,60m de altura que pesa 80Kg

Doenças Relacionadas a Obesidade
• Síndrome metabólica;
• Hipertensão arterial;
• Diabetes Melittus tipo 2;
• Dislipidemias (hipertrigliceridemia, HDL baixo, hipercolesterolemia);
• Hiperuricemia;
• Doença hepática gordurosa (esteatose);
• Cardiopatias;
• Câncer: intestino, útero, esôfago, mama, pâncreas, rins e vesícula;
• Síndrome dos ovários policísticos;
• Infertilidade;
• Artropatias (dores nas articulações);
• Apnéia Obstrutiva do Sono;
• Refluxo Gastroesofágico;
• Hérnias da Parede Abdominal;
• Incontinência urinária de esforço;
• Transtornos Alimentares.

Indicações Cirúrgicas
• IMC > 40, independentemente da presença de comorbidades;
• IMC entre 35 e 40 na presença de comorbidades;
• IMC entre 30 e 35 na presença de comorbidades que tenham obrigatoriamente a classificação “grave” por um médico especialista na respectiva área da doença. Também obrigatória a constatação de “intratabilidade clínica da obesidade” por um(a) Endocrinologista.
* baseado no Primeiro Consenso Bariátrico Brasileiro.

O balão intragástrico
O Balão Intragástrico ou balão gástrico (BIB) é um método para tratar a obesidade, não cirúrgico e não-farmacológico, que produz uma perda de peso de 15 a 20 kg em apenas 6 meses, e é destinado a qualquer tipo de obesidade.
O procedimento é bastante simples e envolve a introdução de um balão de silicone no estômago, que é então preenchido com cerca de 500 cc de soro fisiológico. O balão intragástrico, ou balão gástrico é inserido através da boca, com uma câmera de endoscopia sob sedação (sem anestesia ) e sem dor. O processo demora cerca de 15 minutos, e o paciente pode voltar a casa pouco depois. O balão intragástrico em silicone (um composto inerte) não produz qualquer efeito adverso no meio gástrico.

O balão intragástrico permanecerá no máximo por 6 meses dentro do estômago e a remoção do mesmo é semelhante à sua introdução.
Durante cerca de 2 a 3 dias é feita a adaptação do estômago ao Balão Intragástrico. A grande vantagem deste método é que com a sensação de estômago saciado, o paciente terá menos fome (apetite), causado pelo menor volume gástrico disponível para os alimentos. Deste modo a quantidade dos alimentos será reduzida, o que faz com que o paciente consiga perder peso sem esforço. Não existem contra-indicações nem tipos específicos de alimentos que podem ser ingeridos.

As clínicas que realizam este tratamento dispõem de uma equipe composta por médicos, nutricionistas e psicólogos que fazem o controle rigoroso do paciente durante todo o tratamento. O ponto principal para atingir ótimos resultados é conseguir reeducar o paciente obeso nos seus hábitos físicos e nutricionais. Toda essa reeducação e aprendizagem alimentar irá ajudar o indivíduo a manter, ou mesmo continuar com a perda de peso, depois de retirado o balão intragástrico. Após o tratamento terá que realizar apenas algumas consultas de inspecção periódica.

O Tratamento com balão intragastrico ou balão gástrico já é aplicado com sucesso no tratamento clínico da obesidade em vários países como Inglaterra, Portugal, Bélgica, Holanda e principalmente o Brasil. Vários Estudos realizados concluíram que os resultados obtidos através deste método são bastante positivos, atingindo-se assim uma perda significativa de peso. As experiências clínicas mostram que dois terços dos indivíduos tratados perdem cerca de 20 kilos durante o tratamento com o Balão Intragástrico, e continuam a perder peso mesmo após a retirada do balão.

Pode aplicar-se em qualquer caso de excesso de peso?
A aplicação indiscriminada do balão intragástrico não é recomendada, pois envolve certos riscos. Só é aconselhável se houver uma falha repetitiva nos tratamentos dietéticos, farmacológicos e na modificação de comportamento. Nesta situação, o balão intragástrico pode ajudar a quebrar o círculo vicioso de uma pessoa incapaz de manter um regime contínuo.

O que pode causar problemas no balão intragástrico?
A aplicação de um balão intragástrico é uma técnica delicada, e o paciente deve conhecer bem os riscos, complicações e problemas que este envolver:
a) Problemas na introdução ou remoção, lesões esofágicas ou gástricas.
b) Desconforto pela presença do balão intragástrico no primeiro dia após a sua introdução, caracterizada por dor no estômago, náuseas e vômitos frequentes. Recentemente foi aplicado um Protocolo terapêutico para minimizar estes inconvenientes.
c) Ao longo do tempo, o balão intragástrico pode ser esvaziado (romper), por este motivo é importante que ele não permaneça mais de 6 meses dentro do organismo. Os sintomas de esvaziamento podem incluir urina azul e, excepcionalmente, dor de estômago, náuseas e vômitos, se o balão intragástrico fechar a passagem do intestino. Neste caso, provavelmente terá de ser realizada um cirurgia para remover o balão gástrico.
d) Pode desenvolver gastrite ou úlcera do estômago. Deve ser rotineiramente prescrito um protetor gástrico.

Plano de tratamento:
Como é que o balão intragástrico funciona e faz perder peso?
a) Primeiro o paciente passa por uma avaliação com o psicólogo, que irá ajudá-lo a decifrar os transtornos alimentares e apoiá-lo no controle da dieta que deverá realizar para garantir que, após a extração do balão intragástrico, os seus hábitos alimentares mudaram o suficiente de modo a que não venha a surgir um ganho de peso adicional.
b) Irá obter-se uma base de análise, incluindo um equilíbrio hormonal, e um eletrocardiograma
c) Com estes dados, o paciente obeso retorna à consulta, onde irá definir-se a data, hora e local do procedimento.
d) Antes do procedimento, será assistido pelo anestesista.
e) Na sequência da introdução do balão no estômago via endoscópica, serão passadas algumas horas em observação, e só excepcionalmente terá de passar a noite na clínica. Durante alguns dias como, já referido, será normal ter náuseas, dor de estômago e vômitos. São reações naturais à presença de um corpo estranho no estômago.
f) O paciente deverá comparecer a consultas semanais na clínica durante o primeiro mês e mensalmente durante os 6 meses seguintes. Deverá estar atento a cor da urina, devendo entrar em contato com o médico imediatamente, caso note a cor azul na urina, pois esse é um sinal de deflação do balão intragástrico.
g)Posteriormente, será essencial conseguir manter bons hábitos alimentares e, eventualmente, continuar a perder de peso.
O sucesso da técnica do balão intragástrico dependerá, em pelo menos 50% dos casos, da dieta que o paciente seguir e da sua tolerância ao procedimento nos meses que se seguirem à introdução. O objetivo está estimado em fazer perder cerca de 10% do seu peso em 6 meses. Como resultado, são reduzidos todos os riscos para a saúde decorrentes da obesidade, especialmente a hipertensão, dislipidemia e o diabetes. Se quiser perder mais peso será menos difícil de tolerar uma dieta de baixas calorias. Em princípio, recomenda-se 800 a 1000 calorias durante o primeiro mês, e cerca de 1200 calorias depois disso.

Bypass Gástrico (Redução do Estômago)

É um procedimento misto, ou seja, combina a restrição alimentar com a disabsorção intestinal. É conhecida tecnicamente como cirurgia de Fobi-Capella.

É realizado o grampeamento do estômago criando um reservatório de aproximadamente 50 ml e o desvio de cerca de 2 metros do intestino delgado (fino).

Ocorre a restrição da quantidade de alimento que o paciente pode ingerir e também o retardo da mistura desse alimento com os sucos digestivos (bile e suco pancreático) para evitar a absorção calórica completa.
Essa cirurgia é o procedimento de escolha e padrão para a perda de peso, além de ser o mais realizado atualmente.

Vantagens:
Perda de peso adequada e duradoura na maioria dos pacientes;
Melhora de cerca de 96% das doenças associadas à obesidade como hipertensão arterial, diabetes tipo II (84%), apnéia do sono (ronco), dor nas costas e pernas (artropatias), dislipidemia (colesterol e triglicerídeos) e da depressão;
Após 1 ano da cirurgia, os pacientes perdem em média 35-40% do seu peso.

Sleeve Gástrico

Também conhecido como gastrectomia em forma de manga. Procedimento puramente restritivo que consiste na remoção da grande curvatura do estômago, iniciando a partir de 4cm do piloro até o ângulo de His, deixando o reservatório novo com formato tubular e alongado de volume entre 150 e 200ml.

O paciente perde peso por ingerir menor quantidade de alimentos.
Vantagens:
Procedimento rápido e sem disabsorção intestinal;
Não é necessário tomar suplementos;
Pequeno índice de complicações;
Inexistência da síndrome de “Dumping”.

Melhores indicações:
• pacientes com IMC abaixo de 45kg/m2;
• IMC acima de 50 como primeiro tempo de um procedimento misto (Fobi-Capella ou Duodenal-Switch);
• pacientes que não aceitam usar suplementos vitamínicos no pós-operatório;
• necessidade de monitorização gástrica no pós-operatório;
• pacientes que não aceitam a idéia de comer pequenos volumes ou apresentar evacuações líquidas com gases mal-cheirosos no pós-operatório.

5. Cirurgias orificiais


Quando falamos em doenças orificiais, estamos querendo abordar o conjunto de patologias benignas que acometem o canal anal, ânus, margem anal, períneo e a região sacrococcígea. São muito frequentes, e os pacientes apresentam sangramento retal, dor, prurido e saída de pus da região perianal.
As mais frequentes são as hemorroidas, abcessos e fístulas anais e fissuras anais.

Hemorróidas
São estruturas de tecido fibroso e vascular que tem a função de evitar traumas no ânus no momento da passagem das fezes. Em muitas pessoas, as hemorroidas se dilatam e pode ocorrer sangramento anal e a hemorroida se prolapsar para fora do reto.

Existem vários tratamentos para hemorroidas, incluindo medicamentos via oral e pomadas e ligadura local das hemorroidas. A cirurgia de hemorroida é realizada em casos mais avançados.

Fissura anal
Uma fissura é uma ferida ou um pequeno corte no revestimento do canal anal, trazendo dor ou sangramento durante a evacuação. Pode ocorrer sangramento ou dor intensa durante as evacuações. O tratamento pode ser por medicamentos de uso tópico, mas casos mais severos podem necessitar de cirurgia.

Abscesso anal e fístula anal
Um abscesso anal é uma condição dolorosa em que se desenvolve um acúmulo de pus próximo ao ânus. A maioria dos abscessos anais é resultado de infecção de pequenas glândulas anais. O tipo de abscesso mais comum é o abscesso perianal. Isso geralmente se manifesta como um inchaço doloroso semelhante a uma fervura próximo ao ânus. O tratamento é incisão e drenagem do abcesso.

Fístula perianal ocorre quando o abcesso é drenado, mas alguma inflamação persiste na região perianal. É uma cronificação do abcesso, e nestes pacientes ocorre dor anal e saída de secreção do ânus. O tratamento é por meio de cirurgia com limpeza do local.